terça-feira, 21 abril, 2015

Toque: O que os olhos não vêem o corpo sente No rating results yet

Drika Leão

Cadê o toque que estava aqui? Gato comeu… O olhos não veem, mas o corpo sente. E como sente!

Dicas para apimentar as relações humanas.

Cada vez mais as pessoas se tocam menos. Já viu? Se já viu ou não viu, certamente já sentiu. Em tempos de relações virtuais, o toque está sumindo do mercado!

A ausência de carinho, de contatos físicos prejudica as relações e pode causar, inclusive depressões crônicas. O que te custa o movimento de suas mãos sobre a cabeça de alguém, ou sobre os ombros, sobre as mãos de outra pessoa?

O que te custa o toque?

NADA. Aliás talvez, te custe romper alguns tabus, um preconceito, vencer uma insegurança, libertar-se de um certo
distanciando as pessoas.

A autora do livro Touch (Toque, inédito no Brasil), a pesquisadora americana Tiffany Field, que é diretora do Instituto de Pesquisa do Tato, da Escola de Medicina da Universidade de Miami, diz ter uma receita simples e barata para uma melhor qualidade de vida, inclusive qualidade de vida afetiva. O TOQUE!

O toque é o primeiro sentido a ser desenvolvido e o que permanece após a perda da visão e audição que acontecem com o avançar da idade.

Temos aproximadamente dois metros quadrados de extensão –  a superfície do nosso corpo – disponíveis, conectados e prontos para se tornarem uma excelente forma de comunicação na relação de forma geral. Na relação sexual, então, uma POTÊNCIA! Mas o que temos feito com tudo isso? Estamos deixando nossa pele se transformar numa casca grossa, impermeável, quase impossível de se realizar trocas metabólicas afetivas. Por desuso, tabus e defesa emocional – defesa exagerada, diga-se de passagem.

Embora o Brasil seja um país de hábitos sociais que incluem o toque, este tem se restringido, cada vez mais, a contatos rituais: o aperto de mão, os beijinhos no rosto, os tapinhas nas costas, os abraços por educação. Até nas relações mais íntimas, os contatos físicos só vem acontecendo quando está em jogo a intenção sexual.

interrogacao.loveCadê o cafuné, que estava aqui? Cadê os beijinhos desinteressados, cadê as mãos dadas, cadê os abraços despretensiosos? Cadê o contato físico carinhoso, tão comum há pouquíssimo tempo atrás?

Não se usa mais fazer carinho por hábito. Por uma série de tabus construídos pela sociedade, o toque passou a ser visto com uma conotação de perigo e de implicação sexual e assim deixamos este hábito curativo e restaurador se transformar em produto raro e desejado.

Temos uma necessidade de carinho, de toque, um desejo biológico de contatos físicos que é inerente ao ser humano. Ao ser tocado reagimos a este estímulo com a produção de novas conexões e fluxos de energia, que nos leva a lugares desconhecidos e a sensações inimagináveis que toda pessoa que respira, merece experimentar. É vida!

Os efeitos do toque são notados no alivio do estresse, na diminuição da ansiedade, na respiração, nas ondas cerebrais, no sistema imunológico, na autoestima e os saldos positivos desta nova condição psicofisiológica podem ser sentidos nas relações interpessoais de toda natureza: pessoal, amorosa e profissional.

Instintivamente sabemos o que nos causa conforto e segurança, mas ter consciência dos mecanismos que envolvem nosso bem-estar é fundamental para nosso desempenho nos relacionamentos. O bem-estar físico e mental de qualquer pessoa saudável, vai variar muito de acordo com a quantidade de toque que ela dá e recebe. Precisamos do contato físico. Precisamos estimular esta prática!

Por que a gente não se toca mais?

Você tem o hábito de se tocar?

Você já abraçou alguém, hoje?

Você já se abraçou, hoje?

Tocar e ser tocado são atitudes transformadoras. Está na hora de “abraçar” esta causa.

Viva melhor e toque mais! #ficadrika

♥♥

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Drika Leão

29 comentários sobre “Toque: O que os olhos não vêem o corpo sente

  1. Oi Drica! Falar sobre o toque é muito bom . A pele é sensível. Uma massagem relaxante é tudo de bom. E no namoro o toque é essencial. Bjs.

  2. Realmente costumo que nosso maior órgão sexual é a pele.Um carinho,um toque ,um beijo bem dado chega a ser tão prazeroso qto o ato sexual em si.

  3. Oi Drika,
    Sei que o toque é muito importante, porém as vezes não consigo me tocar,acariciar meu próprio corpo, tenho vontade mais nao consigo…. nem muito menos abraçar alguém, fazer carinho até mesmo meu próprio namorado, acho que vou sufoca-lo .
    Sei que é necessário e estou lutando para mudar esse comportamento, porquê está me fazendo muito mal.

  4. Existem toques que tem o poder de tocar a alma, o mais profundo de um ser, e resgatar até a mais murcha flor…..#drika obrigado pelo auxílio!!!!!

  5. Oi Drika, eu desde pequena uso o toque para tudo.Beijar , abraçar,apertar as mãos
    Na minha profissão o toque nos pacientes fazem um efeito benéfico . É curativo .
    Eu adoro ser tocada e tocar tb.Ate fiz curso de massoterapia .O texto diz tudo mesmo.bjos..

  6. Oi Drika!
    Muito bom este texto, tenho sentido este distanciamento do toque. Eu e meu namorado quase não nos tocamos, esquecemos os abraços, os beijos, o andar de mãos dadas, os toques praticamente se resumem ao sexo. Tenho reclamado bastante, converso a respeito, mas acaba gerando brigas.
    Qto a me tocar, eu amo, o faço desde uns 13 anos, é incrível!!!!

  7. #FATO!
    Devido a celulares potentes e diversos outros objetos,aos poucos foram esquecendo do contato físico e dando espaço ao suposto contato virtual…
    Particularmente:Eu gosto do olho no olho,daquele cheiro de pele,de suor q/me enlouquece.Bjo,abraco…toco.sinto,mostro q/estou ali e qd saio fica o gosto de quero mais!?

  8. Procuro sempre incluir o toque – principalmente o abraço – nas interações que tenho. Amigos, família… todos que me conhecem, quando me vêem, já abrem is bracos…

  9. Bom dia Drika,adoro a sensação do toque de um abraço,mas quando é pra me tocar e tocar meu parceiro tenho receio,quero muito mudar isso.

  10. Ai foi muito bom já de manhã acordar pensando. Relembrando momentos bons e querendo me tornar um mulherão. Chego lá. Eu apesar de ter uma família muito grande não sou muito de demonstrar carinho com o toque. No meu casamento eu tentei mas ele era pior que eu e eu preferi recuar e ser como ele preferia seca. E assim me tornei. Hj solteira há um ano e meio tento melhorar essa ausência demonstrando amor principalmente pelo meu filho com o toque. Ainda não consigo ser tão carinhosa com as pessoas tocando. Sei que é importante e sinto falta de ser abraçada. Preciso mudar meu jeito tb. Como a Drika postou realmente está faltando o toque nos relacionamentos. Os flashes que eu tive esse ano. Os caras mal me tocavam chegavam ao orgasmo e pronto. Eu demoro pra pegar no tranco. Acho que tb por falta de estimulo. Por falta do toque. E quero muito achar estratégias pra melhorar meu rendimento sexual e não sair frustrada e chegar aos orgasmos múltiplos que eu nunca tive. Já penso neles. Ai papai! ???. Rs. Se eu puder mudar tudo. Até o jeito de me vestir dentro do relacionamento assim o farei. Não gozei nessa primeira etapa mas quero muito chegar lá sozinha. Não sou muito de me tocar. Achava que ia ficar viciada e não precisar mais de homem. Mas hj da forma como foi pedida foi bem excitante. Bom dia meninas!

  11. O toque, seja do abraço. Ate mesmo um aperto de mao é válido… Porém pra mim é complicado por não ser criada com esse tal toque pra mim é estranho receber um

  12. Ainda sou do tempo de dar carinho e amo receber ! Hoje com tanta tecnologia as pessoas estão se perdendo em um mundo imaginário e vazio , mas não se dão conta !

  13. Oi Drika!
    Super concordo com o post, lembro que no 1º ano do ensino médio uma professora de história fez comentário parecido em uma aula. O que me assustou um pouco na época e eu não quis mas muuito relacionamento com o “toque”. Todavia hoje eu vejo que é preciso por todos os motivos do texto e super recomendo isso pra amigas! Tudo de bom ?

  14. Oi,Drika,super concordo, sinto falta desse toque,do abraço, de andar de mãos dadas, de carinho…
    Talvez a tecnologia que tanto nos ajuda, nos trouxe a “frieza”.

  15. Ameiii o artigo!! E de fato hoje em dia vamos perdendo “o toque” que para mim faz muita diferença em qualquer relacionamento.

  16. Eu e meu namorido costumamos nos tocar a todo tempo. Não só quando estamos fazendo amor, mas quando andamos na rua de mãos dadas, quando deitamos no colo um do outro, quando fazemos cafuné no outro. E, confesso que nossa relação é muito melhor do que todas as outras que já tive, inclusive meus dois casamentos, onde não tive contato.

  17. Através do toque percebemos o desejo de cada pessoa, no mundo que vivemos hj,é muito comum não haver toque sem interesse. Sou muito afetiva,amo me tocar e tocar meu namorado.Mas não sei por que meu namorado ama receber carinho, mais não é de fato carinhoso.

  18. Realmente essa agitação do dia a dia tem afastado mesmo esse tipo de coisa de muita gente (lance do toque) . Gosto de receber carinho e gosto também de fazer ,mas parando agora pra refletir tenho feito muito pouco isso e vou passar a fazer mais .

  19. Principalmente depois de muitos anos de casados os casais deixam de se abraçar, de fazer carinho sem conotação sexual, mas precisamos voltar a se tocar pois o mesmo fortalece até mesmo o amor.
    bjinhos

  20. O toque é importante e essencial, começando pelo abraço e depois passar a mão no rosto no peito e ir descendo, e ei vai esquentando e a mente já vai imaginando e estimulando

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